sexta-feira, 18 de abril de 2014

A IGREJA DE MELQUISEDEC

Foto: A IGREJA DE MELQUISEDEC  ––––––––––––––––––––––––––––  Há uma antiga tradição que afirma a existência, no mundo, de uma igreja secreta, que torna a ligar (religo, religare, religio, religione ou religião) o homem a Deus, sem necessidade de sacerdócio nem outro qualquer intermediário. Todo o ser iluminado, diretamente ou por iniciação, desde que esteja de posse de certos mistérios, faz parte do Culto, que tem o nome velado de Igreja de Melquisedec. Tal culto sempre existiu, por ser o da mais preciosa de todas as religiões, ou seja: a da Fraternidade Universal da Humanidade.    A sua origem procede dos meados da 3a. Raça-Mãe, pouco importa seu nome naquela época, se com o decorrer dos tempos, recebe o de Sudha-Dharma-Mandalam, na antiga Aryavartha - a nossa Mãe-Índia - mas, para todos os efeitos, Excelsa Fraternidade, quer na razão de sua própria existência - por ser composta dos Verdadeiros Guias ou Instrutores espirituais da Humanidade - quer pela sua vitória sobre o que se concebe como Mal, na Terra, se ao lado do Planetário (a Força Cósmica... dirigente do nosso Globo, em forma humana, aparte opiniões contrárias) - após a tremenda queda que teve lugar na decadência atlante... de que tanto nos temos ocupado, embora que, de modo velado - tiveram, os seus primeiros componentes, de combater contra as referidas "forças do mal", sem falar na sua própria transformação de Homens vulgares, em semi-deuses.    Por isso que, tal Fraternidade ou "Culto Universal" - que a bem dizer, é o do Amor, da Verdade e da Justiça entre todos os seres da Terra - se compõe de Sete Linhas, cada uma delas com o respectivo Raio, na razão dos próprios Astros ou Planetas. Donde, seus Chefes, Reis ou Guias, Seres tão elevados, que bem se podem comparar aos mesmos Dhyans-Chohans ou "Espíritos Planetários". Na Índia, o termo Maha-Chohan é dado aos mais elevados entre tais Seres, enquanto, outrora, no Egito, recebiam o nome de Ptahmer. São os mesmos "Goros do Rei do Mundo", nas escrituras transhimalaias.    Como Guias ou Instrutores dos Homens - pouco importa se, para muitos, de modo invisível - não podiam deixar de possuir "regras especiais", se Eles, por sua vez, além de guiados por Aqueles Sete referidos Seres, o são ainda por Outro mais elevado, que se firma por detrás de tudo isso, em forma Ternária. O seu Santuário, digamos assim, é Aquele mesmo APTA, creche, manjedoura, presépio, lugar onde o Sol nasce, e quantos nomes o mesmo possui desde os memoráveis tempos da Atlântida, se era ali representado como "8a. cidade"... Razão de ser considerado, tal Ser, ao mesmo tempo, Uno e Trino, como "Rei dos Reis".    Os mesmos gnósticos reconheciam o número 888 - ou 8 vezes o misterioso 111 - como "Número Crístico", embora que o resto seja proibido revelar.    O mesmo René Guénon, em sua obra Le Roi du Monde - pois que teve como Guru ou Mestre, famoso rabino... - diz o seguinte, a respeito da tão excelsa Organização: "O chefe de uma tal organização, é o próprio Manu, que poderá legitimamente possuir ou encarregar a outro, esse seu título e demais atribuições."  ––––––––––––––––––––––––––––  Prof. Henrique José de Souza. Revista Dhâranâ nº 110. Cagliostro e São Germano. Outubro a Dezembro de 1941 – Ano XVI.
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Há uma antiga tradição que afirma a existência, no mundo, de uma igreja secreta, que torna a ligar (religo, religare, religio, religione ou religião) o homem a Deus, sem necessidade de sacerdócio nem outro qualquer intermediário. Todo o ser iluminado, diretamente ou por iniciação, desde que esteja de posse de certos mistérios, faz parte do Culto, que tem o nome velado de Igreja de Melquisedec. Tal culto sempre existiu, por ser o da mais preciosa de todas as religiões, ou seja: a da Fraternidade Universal da Humanidade.

A sua origem procede dos meados da 3a. Raça-Mãe, pouco importa seu nome naquela época, se com o decorrer dos tempos, recebe o de Sudha-Dharma-Mandalam, na antiga Aryavartha - a nossa Mãe-Índia - mas, para todos os efeitos, Excelsa Fraternidade, quer na razão de sua própria existência - por ser composta dos Verdadeiros Guias ou Instrutores espirituais da Humanidade - quer pela sua vitória sobre o que se concebe como Mal, na Terra, se ao lado do Planetário (a Força Cósmica... dirigente do nosso Globo, em forma humana, aparte opiniões contrárias) - após a tremenda queda que teve lugar na decadência atlante... de que tanto nos temos ocupado, embora que, de modo velado - tiveram, os seus primeiros componentes, de combater contra as referidas "forças do mal", sem falar na sua própria transformação de Homens vulgares, em semi-deuses.

Por isso que, tal Fraternidade ou "Culto Universal" - que a bem dizer, é o do Amor, da Verdade e da Justiça entre todos os seres da Terra - se compõe de Sete Linhas, cada uma delas com o respectivo Raio, na razão dos próprios Astros ou Planetas. Donde, seus Chefes, Reis ou Guias, Seres tão elevados, que bem se podem comparar aos mesmos Dhyans-Chohans ou "Espíritos Planetários". Na Índia, o termo Maha-Chohan é dado aos mais elevados entre tais Seres, enquanto, outrora, no Egito, recebiam o nome de Ptahmer. São os mesmos "Goros do Rei do Mundo", nas escrituras transhimalaias.

Como Guias ou Instrutores dos Homens - pouco importa se, para muitos, de modo invisível - não podiam deixar de possuir "regras especiais", se Eles, por sua vez, além de guiados por Aqueles Sete referidos Seres, o são ainda por Outro mais elevado, que se firma por detrás de tudo isso, em forma Ternária. O seu Santuário, digamos assim, é Aquele mesmo APTA, creche, manjedoura, presépio, lugar onde o Sol nasce, e quantos nomes o mesmo possui desde os memoráveis tempos da Atlântida, se era ali representado como "8a. cidade"... Razão de ser considerado, tal Ser, ao mesmo tempo, Uno e Trino, como "Rei dos Reis".

Os mesmos gnósticos reconheciam o número 888 - ou 8 vezes o misterioso 111 - como "Número Crístico", embora que o resto seja proibido revelar.

O mesmo René Guénon, em sua obra Le Roi du Monde - pois que teve como Guru ou Mestre, famoso rabino... - diz o seguinte, a respeito da tão excelsa Organização: "O chefe de uma tal organização, é o próprio Manu, que poderá legitimamente possuir ou encarregar a outro, esse seu título e demais atribuições."
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Prof. Henrique José de Souza. Revista Dhâranâ nº 110. Cagliostro e São Germano. Outubro a Dezembro de 1941 – Ano XVI.


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