segunda-feira, 28 de novembro de 2011

OS VELHOS SAPATOS DE UM MONGE



 
 
 
Eu escolhi ser monge muito cedo, porque Eu não acreditava muito na vida, porque não tive muitas escolhas, porque a vida no mundo externo não Me agradava. Era uma vida conflituosa, era uma vida com dificuldade e na Minha ingenuidade achei que se me tornasse um monge me livraria dos problemas, porque acreditei que uma vida dedicada ao caminho espiritual fosse ser uma vida leve, uma vida sem conflitos, uma vida só com pessoas boas, uma vida de convivência com almas iluminadas como a Minha. Imaginei que seria um caminho muito bom com companheiros, com relacionamentos afetuosos, uma vida longe das disputas afetuosas do mundo material. Uma vida longe da inveja, da raiva, da necessidade de ganhar dinheiro, de conquistas de fama.
Imaginei que no Monastério Eu iria encontrar a paz e quanta paz Eu tive de buscar na Minha mente, quando durante dois anos Me entregavam um balde e um esfregão. Os outros monges todos meditando, estudando ou cumprindo a sua missão e Eu esfregando o chão.
Nos Meus delírios, nas Minhas rezas, nas Minhas orações, pensei assim: -“Puxa Eu não mereço, devo ser uma alma muito, muito má pra esfregar o chão; só esfregar o chão...”.
Para os Meus superiores Eu não falava nada, porque imaginei que eles soubessem tudo que Eu pensava e que um dia também tivessem esfregado o chão e ali fiquei... Dois longos anos esfregando o chão sonhando, imaginando como devia ser linda a meditação daqueles Meus colegas mais velhos que ficavam em suas celas em silêncio meditando, meditando, meditando. Deviam ter experiências cósmicas maravilhosas. Quantas vezes imaginei como a vida deles devia ser. Uma vida linda, uma vida de almas iluminadas, uma vida de quem sabia tudo e quanto mais eu achava que eles sabiam tudo, mais Eu descobria que não sabia nada, porque Eu tinha que esfregar o chão.
Quando Eu fui chamado pra receber uma premiação, era o Meu momento de mudança, eles Me colocaram na horta... E aí foram mais cinco anos cuidando da horta. Todos os dias, enquanto os monges passavam por mim e Me cumprimentavam, sorriam, Eu dizia assim: -“Meu Deus, o único que Eu posso olhar pra trás é aquele coitado que agora lava o chão e que agora não Sou mais Eu, porque agora Sou jardineiro”.
Assim fui cuidando da horta e ali tive vários colegas, vários amigos e briguei muito, porque cada um fazia de um jeito. Às vezes Eu plantava de um lado e outro replantava do outro e uma planta brigava com a outra, porque elas não eram compatíveis...
Quantas experiências Eu tive mexendo na terra, mas Eu sonhava, sonhava, sonhava e sonhava com a vida espiritual, porque aquilo não era vida espiritual. Mexer na terra não era vida espiritual. Cuidar de alimentar as pessoas não era vida espiritual, pelo menos pra Mim não era. Aquilo era um trabalho humano, aquilo era um trabalho braçal, aquilo era um trabalho que qualquer pessoa podia desenvolver. Não era um trabalho espiritual e ali Eu fiquei cinco longos anos da Minha vida trabalhando muito, com dores nas costas, às vezes na chuva, às vezes no sol, tendo que conversar com as pessoas, ganhar o Meu espaço, porque Eu tinha a intenção de plantar as ervas, as plantas de um determinado jeito e as pessoas que estavam do Meu lado não aceitavam, então foi difícil, foram anos de luta, disputa de poder; poder pela terra, poder pela salsinha.
Assim foram anos da Minha vida, lutando, Me esforçando num trabalho humano e muitas vezes Eu pensei: -“Meu Deus, Eu que vim pro Monastério. Estou aqui plantando salsinhas, tomates, batatas e pimentões; vendo se faz sol, se faz frio, Me preocupando com o tempo, com o vento, com a falta de chuva ou com o excesso dela... Cadê o Meu trabalho espiritual? Trabalhos espirituais fazem aqueles monges que ficam nas celas trancados, fechados, orando. Eles devem entrar em transes maravilhosos, em situações de ver Deus e com certeza eles vêem Deus e o único Deus que Eu vejo é o coelho que subiu na terra e comeu as Minhas plantações, são as pragas, são as pessoas que estão aqui do Meu lado e não Me deixam fazer o trabalho direito”.
Com o tempo Eu comecei a gostar, porque tinha dias em que o jardim estava tão bonito, a horta estava tão linda, tão verde e justamente quando ela estava mais bonita ela seria colhida no dia seguinte e a terra voltaria a ser revolvida e o trabalho recomeçava e Eu pensava: -“Isso não é vida espiritual”.
Recomeçar todos os dias, ter que fazer tudo de novo, ter paciência, limpar as ervas daninhas, dar continuidade,vencer a Minha preguiça, vencer o Meu cansaço, Me dedicar, Me dedicar, Me dedicar às vezes pra não ver nada ou pra ver aquele verde florescer num único dia e no dia seguinte ser arrancado. Isso não é vida espiritual... Trabalhar tanto pra nada... Não, isso não é vida espiritual. Vida espiritual deve ser aqueles monges que vão à caverna e aí comecei a pensar que um dia Eu iria pra caverna; com certeza um dia Eu iria pra caverna, um dia Eu teria coragem de ir pra caverna, porque para ir pra caverna Eu tinha que pedir, Eu tinha que fazer um voto, Eu tinha que procurar o monge responsável e dizer pra ele que Eu queria ir pra caverna, mas Eu não tinha essa coragem e aí Eu pensava: -“Meu Deus, como sou covarde”.
Quando Eu pensei isso, Me colocaram pra pintar as janelas do templo e lá fui Eu. Era um Monastério muito grande, com muitas janelas e passei vários anos pintando janelas; anos o suficiente pra perder o medo da altura, porque comecei com muito medo de altura, então eles Me colocaram nas janelas inferiores e ali Eu falei: “Nossa como Eu Sou feliz, protegido”. Naquele momento Me senti muito feliz, muito alegre, porque era protegido.
Eu percebi que as janelas de baixo eram as mais sujas. Ficavam borradas de terra, as pessoas colocavam as mãos. Ali Eu tinha além de pintar, lixar, tirar a tinta velha, porque senão a tinta nova não pegava. E Eu pensava: “Isso não é trabalho espiritual. Trabalho espiritual é uma coisa linda, vem pronta. Trabalhos espirituais fazem os monges das celas, os monges que ficam nas cavernas, esses renunciantes maravilhosos e isso que Eu faço não é renuncia, é um trabalho duro, porque dói Meu braço, tenho que Me esforçar e todo dia Eu tenho que acordar e fazer tudo igual,a mesma rotina, o mesmo exercício, o mesmo esforço e ai quando Eu termino, chove e estraga tudo... O Meu trabalho não é espiritual, porque o trabalho espiritual é perfeito”.
Assim Eu passei anos, anos, anos e anos pintando janelas. Quando Eu acabava a última e queria ver a Minha missão cumprida, queria olhar todo aquele movimento, aquele Meu esforço e dos Meus colegas, apesar de que ali fui mais solitário, Eu queria olhar aquilo e dizer: “Nossa que bonito o trabalho que Eu fiz”. E aí quando Eu Me preparava pra olhar tudo isso, a primeira janela já estava suja, as dobradiças já estavam tortas e tinha de recomeçar  e, Eu pensava: “Felizes os monges que fazem o verdadeiro trabalho espiritual nas suas clausuras, que entram nas suas celas, que vão para as cavernas”.
Eu idealizei muito a vida espiritual, idealizei demais a vida espiritual. Idealizei a morte, idealizei a vida, porque Eu não tinha muita coragem de viver.
Hoje Eu sei que vocês, no mundo da matéria enfrentando o que vocês enfrentam, encontrando seus familiares, se desencontrando dos seus familiares, amando as pessoas, desgostando delas e tendo que perdoa-las, hoje Eu vejo que essa é a verdadeira vida espiritual, porque quando Eu fui pra cela e fiquei parado, sentado, Eu entrei num desespero tão grande que Eu não via a hora de sair da meditação, Eu não via a hora de sair daquela condição de silêncio absoluto. Eu precisava das palavras das pessoas, Eu precisava dos movimentos dos olhos, Eu precisava do riso, Eu precisava das Minhas lágrimas e não tinha nada disso, porque Eu estava num momento de silêncio e tinha que respeitar e fazer de conta que estava meditando. Daí Eu pensei: “Meu Deus como Sou ruim, porque deve haver na cela ao lado um monge verdadeiramente espiritual que deve estar fazendo sua meditação e deve estar sofrendo com a reverberação da Minha miséria interior, da Minha confusão interior”.
Hoje Eu percebo que vocês, com seus desafios diários, com seus momentos únicos de meditação, quando naquele momento vocês entregam para Deus e dizem: “Deus eu quero ser um instrumento da sua luz, eu quero fazer o bem para essa pessoa ou Deus eu quero ser o bem na minha vida”, nesse momento vocês meditam, nesse momento vocês se transformam e nesse momento vocês estão muito próximos de Deus.
Nunca menosprezem as suas experiências. Não esperem um lugar sagrado; façam o seu lugar interno ser sagrado,tornem o seu coração um lugar sagrado, torne a sua mente um lugar sagrado, torne o seu espírito uma presença constante em suas vidas com consciência, amor e luz.
Antes de Eu Me tornar Lanto, o Mestre Lanto, o Mestre da Sabedoria da Chama Amarela, Eu tive muitas vidas como monge. Vidas felizes, vidas tristes, vidas cômicas, vidas em que as coisas deram certo e em que as coisas deram errado.
Eu digo que Me tornei Lanto, porque Eu aprendi a esperar, Eu aprendi a paciência, Eu aprendi a perdoar, Euaprendi a olhar as Minhas experiências como experiências importantes e sagradas. Eu aprendi a reconhecer o Meu Eu de Luz e é isso que hoje Eu venho falar pra vocês:
  
_ “Desapeguem-se das coisas antigas e acreditem em vocês mesmos como seres de muita luz, de muito amor, com muita capacidade de se doar”.
Enxerguem essa luz, manifestem essa luz. Essa é a verdadeira espiritualidade. Essa é a única luz real.
Recebam Minhas bênçãos e amor. Eu Estou entre vocês, porque Eu Sou como vocês.
Eu aprendi que a morte e a vida são uma única coisa: Um caminhar eterno e um se transformar todos os dias. Renasçam de suas luzes. Vivam e sejam o seu sol. Paz.
 
Canal - Maria Silvia Orlovas.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Os Chakras e Seus Mantras



 

A palavra “chakra” vem do Sânscrito e significa “roda de luz”. Chakras são pontos de energia de diferentes vibrações, representando diferentes aspectos do corpo, da alma e do espírito. Simbolizam a lei da natureza, estando em constante movimento. Eles estão localizados ao longo da coluna vertebral do corpo humano.
Sua função é de receber e transmitir energia para as áreas afetadas do corpo físico, trazendo o equilíbrio. Trabalhando com os chakras, é possível unir todos os aspectos de nossas vidas, incluindo os aspectos físicos, materias, espirituais, sexuais e etc.
No corpo físico, encontram-se os sete chakras principais, sendo três mestres e quatro maiores. Sabemos que existem trezentos chakras menores espalhados pelo corpo físico. Também há muitos chakras que se encontram fora do corpo. Quando todos os chakras estão limpos, ativados e alinhados, a energia nos permite comunicar com os espíritos do Universo.
 
Prática dos mantras dos Chakras:

Prática básica: sente-se com a coluna ereta, as pernas cruzadas e as mãos pousadas suavemente sobre os joelhos em jnãnã mudrá, unindo os dedos indicadores e polegares com a palma para cima se for dia e com as palmas para baixo se for de noite.
Entoe ou mentalize: Lam, Vam, Ram, Yam, Ham, Om e Sham nessa ordem várias vezes.

Prática intermediária: com a mesma postura acima entoe ou mentalize: Om Lam, Om Vam, Om Ram, Om Yam e Om Sham.

Prática adiantada: Om Lam (8x) - Om Vam (8x) - Om Ram (8x) -Om Yam (8x) - Om Ham (8x)Om (8x) - Sham (8x).
Clique no arquivo de cada Chakra para ouvir e aprender a entoar seu mantra:

Chakra - Básico ou Mooladhara
Cor – Vermelha
Nota Musical – DÓ
Ondas (hertz) – 0,08 micra
Relação – Base da Coluna
Plexo – Sagrado
Mantra – OM LAM


Chakra - Esplênico ou Swadhishtâna
Cor – Laranja
Nota Musical - RÉ
Ondas (hertz) – 0,66 micra
Relação – Baixo Ventre
Plexo - Mesentério
Mantra - OM VAM

Chakra - Plexo Solar ou Manipura
Cor – Amarelo
Nota Musical – MI
Ondas (hertz) – 0,58 micra
Relação – Aparelho Digestivo
Plexo – Solar Interno
Mantra – OM RAM

Chakra – Cardíaco ou Anâhata
Cor – Verde e Rosa
Nota Musical – FÁ
Ondas (hertz) – 0,52 micra
Relação – Coração
Plexo – Cardíaco
Mantra – OM PAM/YAM

Chakra – Laríngeo ou Vishuddha
Cor – Azul Celeste
Nota Musical – SOL
Ondas (hertz) – 0,47 micra
Relação – Tireóide
Plexo – Laríngeo
Mantra – OM HAM

Chakra – Frontal ou Ajna
Cor – Azul Índigo
Nota Musical – LÁ
Ondas (hertz) – 0,44 micra
Relação – Hipófise
Plexo – Frontal
Mantra – OM

Chakra - Coronário ou Sahasrara
Cor – Violeta
Nota Musical – SÍ
Ondas (hertz) – 0,40 micra
Relação – Epífise
Plexo – Coronário
Mantra – SHAM
(DA dos arquivos mp3)

Em meu curso de Reiki On-line os Chakras são abordados de forma profunda.


Léa Cristina Ximenes
Terapeuta Facilitadora Universalista
E-mail: ximenes.andrade@gmail.com
Skype: lea.seraphisbey
Telefone: (13) 3477 9813

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Aos senhores copiadores e coladores.
Você pode copiar e divulgar esse trabalho mas, por favor, dê os créditos a quem de direito. Esse trabalho foi idealizado, pesquisado, elaborado e postado inicialmente por Léa Cristina Ximenes de Andrade. Divulgue na íntegra. A ética movimenta a energia de prosperidade e inteligência espiritual. Obrigada pela ética, Léa.

Texto extraído de: http://anjodeluz.ning.com

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Copérnico




Nicolau Copérnico (Toruń, 19 de Fevereiro de 1473 — Frauenburgo, 24 de Maio de 1543) foi um astrônomo e matemático polaco que desenvolveu a teoria heliocêntrica do Sistema Solar. Foi também cónego da Igreja Católica, governador e administrador, jurista, astrólogo e médico.
Sua teoria do Heliocentrismo, que colocou o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então vigente teoria geocêntrica (que considerava, a Terra como o centro), é tida como uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia moderna.

A origem da teoria heliocêntrica


Casa do astrónomo em Toruń -Polônia
Na teoria de Copérnico, a Terra move-se em torno do Sol. Mas, seus dados foram corrigidos pelas observações de Tycho Brahe. Com base nelas e em seus próprios cálculos, Johannes Kepler reformou radicalmente o modelo copernicano e chegou a uma descrição realista do sistema solar. Esse fenômeno já havia sido estudado e defendido pelo bispo de Lisieux, Nicole d'Oresme, no século XIV. O movimento da Terra era negado pelos partidários de Aristóteles e Ptolomeu. Eles tinham que, caso a Terra se movesse, as nuvens, os pássaros no ar ou os objetos em queda livre seriam deixados para trás. Galileu combateu essa ideia, afirmando que, se uma pedra fosse abandonada do alto do mastro de um navio, um observador a bordo sempre a veria cair em linha reta, na vertical. E, baseado nisso, nunca poderia dizer se a embarcação estava em movimento ou não. Caso o barco se movesse, porém, um observado no ano de 1845 pois, a margem veria a pedra descrever uma curva descendente – porque, enquanto cai, ela acompanha o deslocamento horizontal do navio. Tanto um observador quanto o outro constataria que a pedra chega ao convés exatamente no mesmo lugar: O pé do mastro. Pois ela não é deixada para trás quando o barco se desloca. Da mesma forma, se fosse abandonada do alto de uma torre, a pedra cairia sempre ao pé da mesma – quer a Terra se mova ou não.
O cardeal S. Roberto Francisco Belarmino presidiu o tribunal que proibiu a teoria copernicana. Culto e moderado, ele conseguiu poupar Galileu. Estimulado pelo novo papa Urbano VIII, seu grande admirador, o cientista voltou à carga. Mas o Papa sentiu-se ridicularizado num livro de Galileu. E isso motivou sua condenação.
O percurso das balas de canhão e a queda dos corpos também foram estudadas por Galileu. Ele demonstrou que a curva descrita pelos projéteis é um arco de parábola e que os corpos caem em movimento uniformemente acelerado. Segundo as biografias romanceadas do cientista, ele teria realizado um experimento que desmoralizou definitivamente a física aristotélica. Subindo ao alto da torre de Pisa, deixou cair, no mesmo instante, dois corpos esféricos de volumes e massas diferentes: uma bala de mosquete e outra de canhão. Contra as expectativas dos acadêmicos aristotélicos, que apostavam na vitória da bala de canhão e na derrota do cientista, os corpos chegaram rigorosamente juntos ao chão.
O historiador da ciência Alexandre Koyré demonstrou que, assim como muitos outros mitos que enfeitam os relatos sobre a vida de Galileu, a famosa experiência de Pisa jamais ocorreu. Ela foi, na verdade, uma experiência idealizada, que o cientista realizou no recesso da sua consciência, e não um ruidoso espetáculo público. Sabia-se, desde o final da Idade Média, que a velocidade dos corpos aumentava à medida que eles caíam. E também se conhecia a lei matemática que descreve os movimentos uniformemente acelerados. O mérito de Galileu foi juntar as duas coisas e mostrar que, descartada a resistência do ar, todos os objetos caem com a mesma aceleração.
A teoria heliocêntrica


 Nicolau Copérnico


A teoria do modelo heliocêntrico, a maior teoria de Copérnico, foi publicada em seu livro, De revolutionibus orbium coelestium ("Da revolução de esferas celestes"), durante o ano de sua morte, 1543. Apesar disso, ele já havia desenvolvido sua teoria algumas décadas antes.
O livro marcou o começo de uma mudança de um universo geocêntrico, ou antropocêntrico, com a Terra em seu centro. Copérnico acreditava que a Terra era apenas mais um planeta que concluía uma órbita em torno de um sol fixo todo ano e que girava em torno de seu eixo todo dia. Ele chegou a essa correta explicação do conhecimento de outros planetas e explicou a origem dos equinócios corretamente, através da vagarosa mudança da posição do eixo rotacional da Terra. Ele também deu uma clara explicação da causa das estações: O eixo de rotação da terra não é perpendicular ao plano de sua órbita.
Em sua teoria, Copérnico descrevia mais círculos, os quais tinham os mesmos centros, do que a teoria de Ptolomeu (modelo geocêntrico). Apesar de Copérnico colocar o Sol como centro das esferas celestiais, ele não fez do Sol o centro do universo, mas perto dele.


Folha de rosto do livro De revolutionibus orbium coelestium


Do ponto de vista experimental, o sistema de Copérnico não era melhor do que o de Ptolomeu. E Copérnico sabia disso, e não apresentou nenhuma prova observacional em seu manuscrito, fundamentando-se em argumentos sobre qual seria o sistema mais completo e elegante.
Da sua publicação, até aproximadamente 1700, poucos astrônomos foram convencidos pelo sistema de Copérnico, apesar da grande circulação de seu livro (aproximadamente 500 cópias da primeira e segunda edições, o que é uma quantidade grande para os padrões científicos da época). Entretanto, muitos astrônomos aceitaram partes de sua teoria, e seu modelo influenciou muitos cientistas renomados que viriam a fazer parte da história, como Galileu e Kepler, que conseguiram assimilar a teoria de Copérnico e melhorá-la. As observações de Galileu das fases de Vênus produziram a primeira evidência observacional da teoria de Copérnico. Além disso, as observações de Galileu das luas de Júpiter provaram que o sistema solar contém corpos que não orbitavam a Terra.
O sistema de Copérnico pode ser resumido em algumas proposições, assim como foi o próprio Copérnico a listá-las em uma síntese de sua obra mestra, que foi encontrada e publicada em 1878.
As principais partes da teoria de Copérnico são:
  • Os movimentos dos astros são uniformes, eternos, circulares ou uma composição de vários círculos (epiciclos).
  • O centro do universo é perto do Sol.
  • Perto do Sol, em ordem, estão Mercúrio, Vênus, Terra, Lua, Marte, Júpiter, Saturno, e as estrelas fixas.
  • A Terra tem três movimentos: rotação diária, volta anual, e inclinação anual de seu eixo.
  • O movimento retrógrado dos planetas é explicado pelo movimento da Terra.
  • A distância da Terra ao Sol é pequena se comparada à distância às estrelas.
Se essas proposições eram revolucionárias ou conservadoras era um tópico muito discutido durante o vigésimo século. Thomas Kuhn argumentou que Copérnico apenas transferiu algumas propriedades, antes atribuídas a Terra, para as funções astronômicas do Sol. Outros historiadores, por outro lado, argumentaram a Kuhn, que ele subestimou quão revolucionárias eram as teorias de Copérnico, e enfatizaram a dificuldade que Copérnico deveria ter em modificar a teoria astronômica da época, utilizando apenas uma geometria simples, sendo que ele não tinha nenhuma evidência experimental.

O modelo heliocêntrico

Os filósofos do século XV aceitavam o geocentrismo como fora estruturado por Aristóteles e Ptolomeu. Esse sistema cosmológico afirmava (corretamente) que a Terra era esférica, mas também afirmava (erradamente) que a Terra estaria parada no centro do Universo enquanto os corpos celestes orbitavam em círculos concêntricos ao seu redor. Essa visão geocêntrica tradicional foi abalada por Copérnico em 1537, quando este começou a divulgar um modelo cosmológico em que os corpos celestes giravam ao redor do Sol, e não da Terra. Essa era uma teoria de tal forma revolucionária que Copérnico escreveu no seu De revolutionibus orbium coelestium (do latim: "Das revolucões das esferas celestes"): "quando dediquei algum tempo à ideia, o meu receio de ser desprezado pela sua novidade e o aparente contra-senso quase me fez largar a obra feita".


Astrônomo Copérnico: Conversa com Deus, por Jan Matejko


Naquele tempo a Igreja Católica aceitava essencialmente o geocentrismo aristotélico, (embora a esfericidade da Terra estivesse em aparente contradição com interpretações literais de algumas passagens bíblicas). Ao contrário do que se poderia imaginar, durante a vida de Copérnico não se encontram críticas sistemáticas ao modelo heliocêntrico por parte do clero católico. De fato, membros importantes da cúpula da Igreja ficaram positivamente impressionados pela nova proposta e insistiram para que essas ideias fossem mais desenvolvidas. Contudo a defesa, quase um século depois, por Galileu Galilei, da teoria heliocêntrica vai deparar-se com grandes resistências no seio da mesma Igreja Católica.
Como Copérnico tinha por base apenas suas observações dos astros a olho nu e não tinha possibilidade de demonstração da sua hipótese, muitos homens de ciência acolheram com cepticismo as suas ideias. Apesar disso, o trabalho de Copérnico marcou o início de duas grandes mudanças de perspectiva. A primeira, diz respeito à escala de grandeza do Universo: avanços subseqüentes na astronomia demonstraram que o universo era muito mais vasto do que supunham quer a cosmologia aristotélica quer o próprio modelo copernicano; a segunda diz respeito à queda dos graves. A explicação aristotélica dizia que a Terra era o centro do universo e portanto, o lugar natural de todas as coisas. Na teoria heliocêntrica, contudo, a Terra perdia esse estatuto, o que exigiu uma revisão das leis que governavam a queda dos corpos, e mais tarde, conduziu Isaac Newton a formular a lei da gravitação universal.

Cronologia


  • 1473 – 19 de Fevereiro – nasce Nicolau Copérnico, em Thorn, Prússia Real.
  • 1483 – Morre o pai de Copérnico que vai ser criado pelo tio materno Lucas Watzenrode.
  • 1489 – Lucas Watzenrode, tio de Copernico é eleito Bispo de Warmia.
  • 1491 – Copérnico vai para a Universidade de Cracóvia.
  • 1497 – Copérnico vai para a Itália, estudar Direito Canónico na Universidade de Bolonha.
  • 1497 – 9 de Março – Copérnico registra sua primeira observação: um eclipse da estrela Aldebarã.
  • 1499 – Copérnico viaja para Roma.
  • 1503 – Copérnico recebe seu diploma em Direito Canônico, em Ferrara.
  • 1503 – Copérnico retorna para a Prússia Real.
  • 1504 – É eleito Cônego em Frauenburgo.
  • 1512 – Morre o tio de Copérnico, bispo Lucas Watzenrode que o educou.
  • 1517 – 31 de Outubro – Martinho Lutero publica as 95 teses de sua Reforma.
  • 1534 – Alessandro Farnese é eleito papa sob o nome de Paulo III.
  • 1539 – Rheticus torna-se discípulo de Copérnico, em Frauenburgo.
  • 1542 – O Papa Paulo III restabelece a Inquisição.
  • 1543 – Rheticus, em nome de Copérnico, publica a obra "De Revolutionibus Orbium Coelestium" em Nuremberga.
  • 1543 – Em 24 de Maio morre Copérnico, em Frauenburgo no mesmo dia da publicação de sua obra "Da revolução de esferas celestes".
  • 1545 – O Papa Paulo III convoca o Concílio de Trento.
  • 2010 – Os restos mortais de Copérnico são enterrados novamente na catedral de Frombork (antiga Frauenburgo), 467 anos após sua morte

Texto extraído de: http://pt.wikipedia.org

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

OS CORPOS SUTIS E CHACRAS

Corpo significa veículo ou instrumento da consciência, o invólucro no qual a consciência entra em contato com o mundo exterior. Os corpos sutis são diferentes aspectos da nossa natureza multidimensional. Possuímos muitos aspectos, muitos níveis de conhecimentos e muitas perspectivas de expressão que se integram numa totalidade.

Somos seres multidimensionais. O que significa que nos manifestamos em várias dimensões ou diferentes planos de realidade e, possuímos um sistema de corpos que podem ser classificados em dois grupos: corpos superiores (Eu Sou, Corpo Causal, Corpo Mental Superior) e corpos inferiores (Mental Inferior, Emocional, Astral, Duplo Etérico e Corpo Físico).

Os “corpos sutis”, são veículos para a manifestação da consciência ou espírito, nas dimensões correspondentes a cada um deles. Um corpo sutil não é algo material, como entendemos a matéria, que podemos ver e tocar, mas um campo de energia que coexiste com nosso corpo físico, numa outra dimensão da realidade.

Cada um dos sete corpos age como uma camada protetora para o seguinte. Cada um é um veiculo de consciência que percebe uma atividade e um domínio especifico de vibração constantemente, quer estejamos conscientes dele ou não. No caminho da Alquimia Interior, devemos nos esforçar para detectar e agir, dentro de cada um desses níveis, conscientemente.

Embora todos os sete corpos, como faculdades da consciência, se expressem numa realidade tridimensional, os primeiros três corpos ---- o físico, o emocional e o mental ---- constituem o que chamamos de personalidade.
O quarto corpo é uma ponte entre os três superiores e os três inferiores. É um mensageiro e arquivista, que realmente serve como um diagrama para os três corpos inferiores a cada vez que encarnamos. Os três corpos superiores são mais espirituais por natureza e servem como receptores e transmissores interdimensionais e cósmicos.

O corpo físico é, na realidade, um conglomerado de todos os outros, com o acréscimo da matéria ou substância planetária. (Todos os outros corpos são compostos de substância luz). Isso explica por-que tudo ---- mental, emocional, psíquico e espiritual ---- encontra-se retratado no corpo físico.
A seguir veremos algumas características dos corpos como experimentados no corpo físico, na ordem de sua criação ou descida à matéria.

Vamos ver algumas características dos sete corpos, para que possamos entender como são afetados por nós enquanto seres        
que pensam e sentem e, como somos afetados em todas as áreas pelos desequilíbrios que causamos nesses corpos:
                                                                                                                                                                                                                   
                                                   Os sete níveis ou corpos




De acordo com a milenar concepção setenária, originária da antiga tradição oriental, o agregado homem-espírito compõe-se de dois extratos distintos:

A. Tríade Divina ou Ternário Superior ou ainda Individualidade ou Eu - individualidade composta pelos níveis Átmico, Búdico e Mental Superior (ou Causal).

B. Quaternário Inferior ou Ego - Personalidade - composta pelos níveis Mental Inferior ou Concreto, Astral ou Emocional, Corpo Etérico, Duplo Etérico ou Corpo Vital e Corpo Físico ou Somático.

Os corpos, Físico e Etérico são corpos materiais, que se perdem pelo fenômeno morte. Os demais são Espirituais e o ser os vai abandonando gradativamente na medida em que evolui até se tornar espírito puro.



 

Corpo Físico - Carcaça de carne, instrumento de suporte passivo, recebendo a ação dos elementos anímico-espirituais, constituído de compostos químicos originários do próprio planeta. São milhares de vidas organizadas e administradas pela vida e comando do espírito. O único estudado e relativamente conhecido pela ciência oficial.

Nele, somatizam-se os impulsos desarmônicos oriundos dos demais corpos, níveis ou sub-níveis da consciência, em forma de doenças, desajustes ou desarmonias, que são simples efeitos e não causa. Mais detalhes sobre este corpo ver Anexo H.

 

Corpo Etérico - Alma Vital, vitalidade prânica, reproduz o talhe do corpo físico, estrutura tênue, invisível, de natureza eletromagnética densa, mas de comprimento de onda inferior ao da luz ultravioleta, quase imaterial. Tem por função estabelecer a saúde automaticamente, sem interferência da consciência. Está ligado a doação ou exteriorização de energias pois no corpo etérico é que se situam os chacras ou centros de força. O corpo etérico tem importante papel nas terapias energéticas. É muito confundido com o perispírito ou corpo astralO Corpo Etérico é o mediador ou elo plástico entre o Corpo Físico e o Astral ou conjunto perispírito. Essas ligações acontecem ou se fazem por cordões ligados aos chacras (Anexo J) ou centros de força.

E no caso de nosso trabalho no Grupo Ramatís, onde o interesse é mais direcionado aos aspectos do psiquismo, procuramos estudar mais a ligação ou cordão que se liga na região do bulbo ou nuca. No entanto, como trabalhamos também com terapia alternativa, freqüentemente percebemos dificuldades com os demais cordões, que parecem sujos ou emaranhados.

O Duplo Etérico é constituído por ectoplasma - sua base é o éter cósmico e, como composição exterior, o éter físico emanado do próprio planeta Terra e elaborado no fantástico laboratório homem-espírito. É fundamental nos fenômenos de tele-transporte (efeitos físicos) e acoplamento ou sintonia mediúnica. Este corpo possui individualidade própria e tem consciência um tanto instintiva e reduzida, podendo ser dividido em sete níveis ou camadas, conforme estudos e informações recentes da espiritualidade. Grande número de doenças e desarmonias está alojado no Duplo Etérico, influenciando daí, o Corpo Físico. Sua cor é azul do lado esquerdo e alaranjado do lado direito e, quando em intensa atividade, tende ao azul-cinzento-violáceo.

Todos os seres vivos possuem Duplo Etérico, embora nem todos tenham Corpo Astral ou Mental. Pode ser afetado por substâncias ácidas, hipnóticas, sedativas ou entorpecentes, e sensíveis também ao perfume, frio, calor, magnetismo, etc. As criaturas dotadas de mediunidade devem ter o máximo cuidado evitando alimentos ou bebidas com as características acima descritas.

Pode ser afastado do corpo por pequena distância, através de anestesia, transe mediúnico, sono, coma alcoólico, hipnotismo, etc, mas tende sempre a reintegração.

O Duplo vibra em média 1cm acima do Corpo Físico. Sua função mais importante é transmitir para a tela do cérebro todas as vibrações das emoções e impulsos que o perispírito recebe da alma além de absorver a vitalidade ou prana do mundo oculto emanada do Sol, misturando-a com as várias energias vitalizantes do planeta e distribuindo-as ao soma. Seu automatismo é instintivo e biológico, não inteligente.

No caso do ataque epiléptico o Duplo Etérico fica saturado de venenos usinados, acumulados e expurgados pelo perispírito ou níveis mais altos da consciência e afasta-se violentamente do corpo, evitando com isso, danos à delicada construção celular do Corpo Físico. Ele possui função semelhante ao do fusível ou chave disjuntora, que sob o efeito de elevação brusca da tensão elétrica, desliga-se automaticamente, aliviando e preservando o sistema.

É claro que existem outros ataques que não são epilépticos, embora semelhantes, e nessa categoria, pela nossa experiência na mesa mediúnica e pesquisas com os níveis de consciência através do Desdobramento Múltiplo, podemos falar de mais três efeitos (ataques) semelhantes:

a) A ação agressiva de um obsessor violento a uma criatura possuidora de alta sensibilidade mediúnica (nervosa) quando direcionada ao pescoço da vítima, produz a mesma aparência do ataque epiléptico.

b) Quando a criatura traz em si, mesmo veladas, lembranças de erros graves em vidas passadas e, por remorso, tende a voltar ao local onde errou, ao defrontar-se com os quadros ideoplastizados ou ainda lá existentes, sofre tremendo impacto nervoso e emocional, entrando em convulsão.

c) Quando antigas vítimas, agora transformadas em vingadores, plasmam ao redor ou na tela mental da criatura, clichês ou quadros tenebrosos de seus erros em passadas existências. Da mesma forma o choque emocional acontece.

Nos três últimos casos o fenômeno geralmente é inconsciente e de difícil diagnóstico, mas perfeitamente passível de atendimento e cura, a nível espiritual num primeiro estágio e psicológico num segundo.

Podemos tomar também, como exemplo do bloqueio de Duplo Etérico com desastrosas conseqüências imediatas, mediatas e de longo prazo, os casos de vícios químicos como fumo, tóxicos, álcool e uso imprudente de determinados medicamentos. Conhecido é o caso da Talidomida que foi recomendada como atendimento nos enjôos da gravidez e produziu um bloqueio nas articulações dos ombros dos futuros bebês por impedimento do fluxo das energias que formariam os braços. Como conseqüência, nasceram bebês apresentando deficiências físicas irreversíveis.

O Duplo Etérico, quando do desencarne do ser, tem ainda a função de drenar dos níveis mais altos para o cadáver, as energias residuais, aliviando, dessa forma, ao desencarnante as sobrecargas desnecessárias e evitando sofrimentos futuros nos charcos de lama ácida do baixo astral, onde o mesmo teria que drenar esses sedimentos negativos. No desencarne por suicídio, acidente ou síncope cardíaca, há como que um choque violento, pela desintegração dos motos vorticosos (chacras), o que provoca o rompimento dos cordões fluídicos, impedindo a imediata e necessária drenagem de que já falamos.

 

Corpo Astral - Emocional, sensibilidade geral, instinto, emoções passionais. Primeiro invólucro espiritual mais próximo da matéria, facilmente visível por clarividentes. Luminosidade variável, branca argêntea, azulada etc. É o MOB (Modelo Organizador Biológico), é o molde que estrutura o Corpo Físico. Observável por fotografias, vidência, moldagens, impressões digitais, tácteis e aparições fantasmagóricas.

Todos os espíritos que incorporam em médiuns, possuem esta estrutura corpórea sutil, necessária à sua manutenção no mundo astral. Já os espíritos que não possuem este corpo em virtude de sua evolução, se comunicam com médiuns via intuição mental.

Desconfiamos que os espíritos que estão na forma ovóide e que se apresentam sem a forma humana, na realidade não perderam o Corpo Astral, eles o implodiram. Afirmamos isso em virtude de termos conseguido incorporá-los e restabelecer a sua forma humana. Se houvessem perdido, isso não seria possível.

Por outro lado, verificamos também que os médiuns que se recusam sistematicamente a educar sua mediunidade e colocá-la a serviço do semelhante no trabalho do bem, acumulam energias nesse corpo e no Duplo, deformando-os e prejudicando-os.

O Corpo Astral tem ainda a função da sensibilidade, dor ou prazer, registro das emoções sob vontade, desejos, vícios, sentimentos, paixões, etc., que nele são impressos pela força do psiquismo.

Este corpo é utilizado no mundo espiritual para incorporar espíritos já desprovidos dele, tal como nossas incorporações mediúnicas. O Corpo Astral pode desencaixar (desdobrar) do Físico por anestesia, coma alcoólico, droga, choque emotivo ou desdobramento apométrico da mesma forma que o Duplo Etérico. É com ele que, nos trabalhos com a técnica da Apometria, projeções astrais conscientes ou por sonho, viajamos e atuamos no tempo e no espaço. Tem a condição de desdobrar-se em sete sub-níveis conservando sua consciência e faculdades.

 

Corpo Mental Inferior ou Concreto - Alma inteligente, mentalidade, associação de idéias, sua aura ovalada envolve todo o corpo, pode ser registrado por fotografias ou percebido pela vidência. É o corpo que engloba as percepções simples, através dos cinco sentidos comuns, avaliando o mundo através do peso, cheiro, cor, tamanho, gosto, som, etc. É o repositório do cognitivo. É o primeiro grande banco de dados onde a mente física busca as informações que precisa, seu raciocínio é seletivo. Ele registra aquilo que, exterior à nossa pele, impressiona o nosso sistema nervoso. Está mais relacionado com o Ego inferior ou Personalidade encarnada.

Este corpo, quando em desequilíbrio, gera sérias dificuldades comportamentais tais como comodismo, busca desenfreada de prazeres mundanos, vícios etc. Normalmente sua forma é ovalada, mas pode ocorrer em raros casos uma forma triangular ou retangular, tem cores variáveis, podendo desdobrar-se em sete sub-níveis com os mesmos atributos que lhe são inerentes.



 Corpo Mental Superior ou Abstrato - Memória criativa, pode ser percebida pela vidência. Este corpo é o segundo grande banco de dados de que dispõe o ser. Ele elabora e estrutura princípios e idéias abstratas, buscando sínteses ou conclusões que por sua vez são geradoras de novas idéias e assim por diante, infinitamente.

Quando ligado às coisas superiores, ocupa-se de estudos e pesquisas visando o aprimoramento do ser. Quando apegado às vivências inferiores em conexão com seus atributos de poder, mando e domínio do meio, cria sérias dificuldades à personalidade encarnada, pois costuma fragmentar-se em sub-níveis, liderando linhas de perturbação com os demais, que se ausentam, ignorando a realidade da personalidade encarnada.

Tem forma de uma rosácea com nove pétalas quando harmônico e saudável, tom cromático de chamas amareladas ou laranja com várias outras nuances de cores, e cada pétala tem um significado por estar ligada ou retratar as vibrações de cada um dos sete níveis, (sendo que o Átma, o Astral e Duplo Etérico são representados por duas pétalas cada, O Búdico está representado pela pétala superior em forma de cálice contendo dentro três pétalas menores representando as três almas, Moral, Intuitiva e Consciencial). Por ser o equipo do raciocínio criativo, é nele que acontece a elaboração do processo responsável pelo avanço científico e tecnológico, além de todo nosso embasamento filosófico. É o corpo que faz avaliações, formula teorias, relaciona símbolos e leis.

Trata do subjetivo, da imaginação, está mais relacionado com o Eu Superior ou Crístico, com a Individualidade. É o Corpo Causal, é causa, detentor da vontade e imaginação, é normalmente o gerenciador dos programas e ações do ser. Apega-se facilmente ao mando e poder, é o nível que tem o atributo do domínio do meio onde o ser vive, podendo por alguma contrariedade reagir negativamente a esse meio.

 

Corpo Buddhi - Composto pelas três Almas - Moral, Intuitiva e Consciencial - veículos e instrumentos do espírito. Suas linhas de força formam o corpo do mesmo, matéria hiperfisica, de sutil quintessenciação. Tem como atributo principal o grande núcleo de potenciação da consciência. Lá as experiências e acontecimentos ligados ao ser estão armazenadas e é de lá que partem as ordens do reciclar permanente das experiências mal resolvidas.

Alma Moral - Discernimento do bem e do mal sob o ponto de vista individual, tem a forma de um sol em chamas, é o veículo do espírito que impulsiona o espírito a obediência às leis do local onde o espírito está encarnado e comanda o comportamental da entidade encarnada em relação ao meio.

Alma Intuitiva - Intuição, inspiração do gênio científico, literário e artístico. Iluminismo. Em forma de ponta de lança triangular irradiando em torno, chamas ramificadas, animada de movimento rotatório lento, antena captadora e registradora das informações que vibram no cosmo. Instrumento da inspiração.

Alma Consciencial - Em forma de pequeno sol muito brilhante, radiações retilíneas, centro da individualidade espiritual. Consciência coordenadora e diretora da vida, elo de ligação com a Centelha Divina.

De um modo geral o Corpo Buddhi é pouco conhecido. Longe de nossos padrões físicos e de nossos meios de expressão, não há como compará-lo.

É o verdadeiro perispírito, ao final do processo evolutivo, quando os demais a ele se fundiram. É nele que se gravam as ações do espírito e dele partem as notas de harmonia ou desarmonia ali impressas, ou seja, as experiências bem significadas estão ali arquivadas e são patrimônio do espírito. As experiências mal resolvidas são remetidas de volta à personalidade encarnada para novas e melhores significações. E por ser, no espírito, o grande núcleo de potenciação da sua consciência cósmica, suas impulsões terão seus efeitos visíveis e somatizados no Corpo Físico ou no psiquismo da personalidade encarnada.

Tudo o que é inferior tende ao movimento descendente e o soma passa a ser o grande fio terra do ser em evolução. Quando em trabalho de limpeza dos cordões energéticos que ligam os corpos, observamos que ao se desbloquear os cordões, intensa e luminosa torrente de luz multicor jorra até os corpos inferiores.

Observados pela visão psíquica (vidência), o Buddhi e o Átmico formam maravilhoso e indescritível conjunto de cristal e luz girando e flutuando no espaço.

 

Corpo Átmico.- Espírito Essência ou Centelha Divina - Idiogênese diretriz e formativa, princípio fundamental e coordenador. Esfera multifacetada, verdadeiro sol irisado de luzes policrômicas. Inexplicável, indescritível, imanente, transcendente e eterno. Eu Cósmico. Mônada ou Semente pulsante de vida.

CORPOS SUTIS –  São os veículos de manifestação do nosso espírito/consciência, que se subdividem de acordo com as suas propriedades e densidades ora manifestadas em dimensões diferentes.  Os corpos sutis são diferentes aspectos de nossa natureza multidimensional, e cada um deles é um fragmento de nossa consciência.  Cada corpo possui seu sistema de chakras, e esses corpos se dividem em corpos inferiores e corpos superiores.   Conheça o nome desses corpos: físico, duplo etérico, astral, emocional, mental inferior, mental superior, causal, búdico, atmico e morontial.

MALHAS –  Apesar de nossos corpos sutis se permearem, existem malhas que os separam, protegendo e mantendo as energias, propriedades e informações de cada corpo dentro do seu nível correspondente.  Essas malhas são sustentadas por chakras secundários. 

CHACRAS – São vórtices, portais de energia que emitem e recebem energias sutis para todos os nossos corpos, e que mantém uma profunda relação com o sistema endócrino, assim como um todo.  Os chakras possuem também vários níveis dentro deles, e também telas de proteção.  São 7 os principais chakras a nível físico: básico, sexual, plexo solar, cardíaco, laríngeo, frontal e coronário.
Esse sistema de corpos/malhas/chakras, fazem parte da composição oculta da nossa psique e sistema energético.  Cada corpo/malha/chakra, tem as suas funções definidas e interligadas entre si.  Esses corpos sutis, malhas e chakras, podem se debilitar por inúmeras causas, podendo em casos mais graves até desestruturar-se.  Existem muitas causas que podem causar danos a esses sistemas, que ora danificados interferem imediatamente no corpo físico, podendo provocar vários sintomas assim como somatizações de doenças.
Dentre esses várias causas podemos destacar:

CAUSA ESPIRITUAL – experiências mediúnicas sem o devido preparo e conhecimento, obsessão, magias, e também a causa mais comum a todas as pessoas ao sofrerem ataques, assédios colocação de implantes e chips, quando ao dormir os corpos sutis se projetam para as dimensões correspondentes, sendo que o corpo emocional/astral é o mais visado no campo astral, e ao voltarem quando acordamos trazem muitas experiências desagradáveis de situações ocorridas no astral, assim como energias negativas.

CAUSA QUÍMICA – cigarro e bebida em uso contínuo, drogas, remédios, carência de minerais no organismo, como ferro e cálcio, contato com alguma substância química forte, e até mesmo um uso excessivo e prolongado de perfumes, ou mesmo a tinta do cabelo.  Um efeito de anestesia prolongado pode também causar problemas.  Podemos citar também a ingestão de alimentos que contém produtos químicos.

CAUSA ENÉRGETICA – quando ficamos expostos a campo de energias eletromagnéticas (principalmente), elétrica, radiativa.  Essa é hoje uma causa muito freqüente, pois vivemos cercados de antenas de TELEFONIA e TV, assim como a REDE ELÉTRICA.  Assim como o uso dos aparelhos eletrônicos, como o celular, microondas, computador, TV, etc.  O aumento também desses aparelhos com tecnologia sem fio tende a piorar ainda mais o quadro.  O aumento desses inúmeros aparelhos eletrônicos no planeta, está conseguindo interferir no campo eletromagnético da Terra, onde cientistas alertam que em determinadas áreas do planeta já não existe mais esse campo.  Com isso, como o ser humano vive dentro desse sistema de Energia Eletromagnética, e com a alteração do campo eletromagnético da Terra, este afeta diretamente os corpos sutis das pessoas.

CAUSA EMOCIONAL – depressão, ansiedade, ódio, raiva  e traumas como choques emocionais fortes (responsáveis pelos surtos), afetam diretamente esses sistemas.

CAUSA FÍSICA – stress, choque físico como um acidente grave, cirurgias, a contaminação energética até mesmo quando fazemos sexo com alguém que não seja confiável, ambientes promíscuos de baixa freqüência.

Essas são algumas das causas que podem causar danos leves ou graves ao sistema de corpos/malhas/chakras, causando seu rompimento, alteração, etc, e por conseqüência provocando no corpo físico alterações no metabolismo que se torna mais lento, fazendo com que as células, glândulas e orgãos funcionem mais devagar, como por exemplo na própria eliminação de toxinas, etc, por não estarem recebendo a energia vital suficiente.

No esoterismo se diz:  “Assim como é em cima, é em baixo”, portanto a causa de doenças pode vir de cima para baixo, através dos corpos sutis, ou de baixo para cima através do corpo físico, havendo então nesse processo a necessidade de se tratar não somente do corpo físico, mas também desses sistemas de corpos/malhas/chakras.

O uso da medicina é fundamental nos tempos de hoje, mas não atende a demanda apresentada para o tratamento dos corpos sutis.  É bem verdade que o próprio sistema da pessoa pode se auto curar, após tomar os remédios adequados para a determinada doença, então a cura pode partir sim do físico para os corpos sutis/malhas e chakras, assim como destes para o corpo físico.  O encontro desses dois tratamentos, reduz em muito o tempo de tratamento assim como aumenta em muito as chances de cura de uma doença.

Existem diversas técnicas de tratamento para esse sistema de corpos/malhas/chakras, que trabalhadas apropriadamente por um bom terapeuta, resultam em um trabalho de cura e fortalecimento desse sistema.  Um fator importante nesse trabalho, é a continuidade que a própria pessoa dá no seu fortalecimento e manutenção desses sistemas, que após a sua conscientização desse conhecimento, busca meios de praticar esse fortalecimento e manutenção.  Um exemplo para isso seria a meditação e também banhos com ervas.

A Terapia Intensiva Multidimensional, além de tratar, regenerar e fortalecer esse triplo sistema, promove uma requalificação energética desse sistema, buscando adaptar o sistema energético do ser humano as novas energias que estão a adentrar o nosso planeta, que é a energia do Cinturão dos Fótons, o próprio FÓTON.  Essa é uma energia da Quinta Dimensão, que promove além desse tratamento, o despertar consciencial do ser humano para a sua multidimensionalidade.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           Os Chacras, também conhecidos como "centros de força" são vórtices de energia localizados perispírito e duplo etérico interligando-se ao corpo físico através dos plexos nervosos, tendo como função acumular e distribuir energias fluídicas.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Aura é o escudo energético que envolve o homem, pois bem, este escudo protege justamente o duplo etérico ou corpo energético, os Chacras são responsáveis pela captação de energia do Universo e pela sua distribuição no organismo; quando em desequilíbrio os Chacras podem ocasionar uma série de problemas no corpo fisico.
Estes vórtices são velhos conhecidos do ser humano, os Hindus conhecem estes centros de energia a muito tempo, e atualmente mesmo os médicos estudam este assunto.
No corpo humano estão situados em sete pontos específicos e cada um possui uma determinada função.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      
Chacra Coronário: Está localizado no alto da cabeça e é considerado como sagrado em diversas tradições antigas, corresponde à glândula pineal que é a sede dos poderes mentais latentes no homem, sabe-se que a glândula pineal é importante e produz a melatonina, cuja ação mais evidente é regular o sono.
E considerado o principal dos chacras e tem como função a expansão da consciência, distribuição de energia no cérebro, sendo fundamental na mediunidade.
Responsável, devido a sua localização, pela absorção das energias mais elevadas.

Chacra Frontal: Localizado na fronte (entre as sombracelhas), é o chacra da clarividência e intuição, também conhecido por muitos de "terceiro olho", podendo ser ativado com um toque do dedo em sua região.
Muitas vezes pode ser percebido quando em atividade por palpitações localizadas. E interessante notar que muitas iniciações antigas possuíam pedras, adereços ou pinturas a serem feitas neste local, está ligado à glândula pituitária ou hipófise, que produz a ocitocina que estimula a liberação do leite na glândulas mamárias, quando este chacras está em desequilíbrio são normais as dores de cabeça na parte frontal e os problemas oculares, acompanhados de irritação e ira.                                                     
                                                                                                                                                                                                    Chacra Laríngeo: Localizado em frente à garganta, é o chacra que une o campo mental ao etérico por estar diretamente interligado ao coronário e frontal. Serve como um filtro para as energias emocionais que chegam ao cérebro e é responsável pela comunicação. Na mediunidade age na psicofonia e claraudiência. A sua glândula         Tem ligação direta com a glândula tiróide que é responsável pelo desenvolvimento normal do sistema nervoso central, este chacras não é somente um receptor de energias mas um grande emissor também já que aqui temos as cordas vocais, os antigos tinham muito apreço pela palavra e as frases “In princípium erat verbum” ( No principio era o verbo) e “Verbum caro factum est” (O verbo se fez carne) são frases ligadas ao começo do velho e do novo testamento e demonstram um pouco da importância deste chacras.
Quando temos desequilíbrios ou bloqueios neste local temos dificuldades de nos comunicar de forma clara e acabamos por guardar muitas mágoas, além de podermos desenvolver problemas ligados à faringe, , laringe ou a tiróide.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       Chacra Cardíaco: Localizado no centro do peito é responsável pelas emoções, sentimentos, sendo bastante atingido quando acontece um desequilíbrio emocional.
A sua glândula de relacionada é a Timo.
Esta ligada ao sistema imunológico, o cardíaco, como ponto médio entre todos os Chacras é extremamente importante e é responsável pelo que sente no homem.
Quando em desequilíbrio nascem os sentimentos de inferioridade, pânico e outros que acabam por minar a auto-confiança da pessoa.

Chacra Umbilical ou plexo  solar: Localizado sobre boca do estômago ou umbigo é o responsável pelas energias da digestão e está diretamente ligado ao emocional. Na mediunidade ele age na percepção das energias do ambiente.
É através do Plexo solar é que recebemos muitas das energias exteriores, sendo por este motivo necessário que ele sempre esteja em equilibrio, está ligado ao pâncreas, o produtor do suco pancreático, necessário para controlar a acidez do organismo. corresponde ainda aos órgãos digestivos, sendo muitíssimo importante o seu correto funcionamento,
Quando temos desequilíbrios neste ponto não podemos contar com uma correta distribuição de energia em nosso organismo.

Chacra Sacro ou sexual: Localizado na base da espinha dorsal ou "baixo ventre" é responsável pelas energias sexuais e alegria.
Relacionado no campo físico com os testículos.
Está logo abaixo do umbigo, relaciona-se com os órgãos reprodutores e está ligado ainda às gônadas, glândulas que injetam adrenalina no sangue. responsáveis pela procriação.

Chacra Básico: Localizado na base da coluna vertebral e é responsável pela energização do sangue e corpo.
As suas glândulas relacionadas são as supra- renais.
Quando este local está negativo encontramos problemas de falta de energia, cansaço, apatia.
                                                                                    

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Companhia de Jesus



A Companhia de Jesus (em latim: Societas Iesu, S. J.), cujos membros são conhecidos como jesuítas, é uma congregação religiosa fundada em 1534 por um grupo de estudantes da Universidade de Paris, liderados pelo basco Íñigo López de Loyola, conhecido posteriormente como Inácio de Loyola. A Congregação foi reconhecida por bula papal em 1540[1]. É hoje conhecida principalmente por seu trabalho missionário e educacional.

História




Inácio de Loyola, de origem nobre, foi ferido em combate na defesa da fortaleza de Pamplona contra os franceses em 1521. Durante o período de convalescença dedicou-se à leitura do "Flos Sanctorum", após o que decidiu-se a desprezar os bens terrenos em busca dos sobrenaturais. [2] No santuário de Monserrat fez a sua 'vigília d'armas' e submeteu-se a uma confissão geral. Abandonou a indumentária fidalga substituindo-a pela dos mendicantes. Retirando-se para a gruta de Manresa ali entregou-se a rigorosas penitências e escreveu a sua principal obra o Livro de Exercícios Espirituais, admirável sobretudo por não ter ainda o autor conhecimentos teológicos acadêmicos. [2]
Em 15 de Agosto de 1534, Inácio e seis outros estudantes (o francês Pedro Fabro, os espanhóis Francisco Xavier, Alfonso Salmerón, Diego Laynez, e Nicolau de Bobadilla e o português Simão Rodrigues) encontraram-se na Capela dos Mártires, na colina de Montmartre, e fundaram a Companhia de Jesus - para "desenvolver trabalho de acompanhamento hospitalar e missionário em Jerusalém, ou para ir aonde o papa nos enviar, sem questionar". Nesta ocasião fizeram os votos de pobreza e castidade. [2]
Inácio de Loyola escreveu as constituições jesuítas, adotadas em 1554, que deram origem a uma organização rigidamente disciplinada, enfatizando a absoluta abnegação e a obediência ao Papa e aos superiores hierárquicos (perinde ac cadaver, "disciplinado como um cadáver", nas palavras de Inácio). O seu grande princípio tornou-se o lema dos jesuítas: "Ad maiorem Dei gloriam" ("Para a maior glória de Deus")
Na companhia de Fabro e Laynez, Inácio viajou até Roma, em outubro de 1538, para pedir ao papa a aprovação da ordem. O plano das Constituições da Companhia de Jesus foi examinado por Tomás Badia, mestre do Sacro Palácio, e mereceu sua aprovação. A congregação de cardeais, depois de algumas resistências, deu parecer positivo à constituição apresentada.[2] Em 27 de Setembro de 1540 Paulo III confirmou a nova ordem através da Bula "Regimini militantis Ecclesiae", que integra a "Fórmula do Instituto", onde está contida a legislação substancial da Ordem, cujo número de membros foi limitado a 60. A limitação foi porém posteriormente abolida pela bula Injunctum nobis de 14 de março de 1543.
O Papa Paulo III autorizou que fossem ordenados padres, o que sucedeu em Veneza, pelo bispo de Arbe, em 24 de junho. Devotaram-se inicialmente a pregar e em obras de caridade em Itália. A guerra reatada entre o imperador, Veneza, o papa e os turcos seljuk, tornava qualquer viagem até Jerusalém pouco aconselhável. Inácio de Loyola foi escolhido para servir como primeiro superior geral. Enviou os seus companheiros e missionários para vários países europeus, com o fim de criar escolas, liceus e seminários.
Organização
São membros da Ordem os professos, os escolásticos e os coadjutores. Os professos devem ser doutores e, além dos três votos comuns têm o de obediência ao Papa, quanto às missões. O Geral, os provinciais, assistentes e os professores de teologia devem ser professos. O Geral, além dos assistentes, tem ainda o Admoestador. O órgão superior de administração é a Congregação Geral na qual tomam parte todos os professos eleitos por suas províncias. Os assistentes são eleitos pelas províncias e o Geral é vitalício. [3]
A Companhia possui casas de professos, colégios, residências e missões. O vestuário depende do lugar onde moram, não têm hábito próprio. Não há a obrigação do ofício de côro. Após quinze anos de vida religiosa proferem os últimos votos; devem passar dois anos de noviciado, três de filosofia, alguns de magistério, quatro de teologia, e um segundo noviciado que é chamado de terceiro ano de aprovação.[3] Como em todas as ordens religiosas da Igreja Católica, os jesuítas também têm a prática do retiro espiritual, mas de modo especial praticam os Exercícios Espirituais de Santo Inácio.

Obra inicial

A Companhia de Jesus foi fundada no contexto da Reforma Católica (também chamada de Contrarreforma), os jesuítas fazem votos de obediência total à doutrina da Igreja Católica, tendo Inácio de Loyola declarado:

“Acredito que o branco que eu vejo é negro, se a hierarquia da igreja assim o tiver determinado”

A Companhia logo se espalhou muito. Em Portugal D. João III pediu missionários e lhe foram enviados Simão Rodrigues, que fundou a província, e S. Francisco Xavier, que foi enviado ao Oriente. Na França tiveram a proteção do Cardeal de Guise. Na Alemanha os primeiros foram Pedro Faber e Pedro Canísio e outros, que foram apoiados pela casa da Baviera, logo dirigiram colégios, ensinaram em universidades e fundaram congregações. [3] A causa das perseguições contra a Companhia costuma ser sua íntima união com a Santa Sé, a universalidade do apostolado e a firmeza de princípios. [3] Os jesuítas alcançaram grande influência na sociedade nos períodos iniciais da Idade Moderna (séculos XVI e XVII), frequentemente eram educadores e confessores dos reis dessa altura - D. Sebastião de Portugal, por exemplo.
A Companhia de Jesus teve atuação de destaque na Reforma Católica, em parte devido à sua estrutura relativamente livre (sem os requerimentos da vida na comunidade nem do ofício sagrado), o que lhes permitiu uma certa flexibilidade de ação. Em algumas cidades alemãs os jesuítas tiveram relevante papel. Algumas cidades, como Munique e Bona, por exemplo, que inicialmente tiveram simpatia por Lutero, ao final permaneceram como bastiões católicos - em grande parte, graças ao empenho e vigor apostólico de padres jesuítas.

Expansão

Em Portugal - o caráter de milícia era evidente, acabando a Companhia por se tornar a arma mais poderosa da Contra-Reforma. D. João III, aconselhado por Diogo de Gouveia, solicitou a Loyola o envio de irmãos para a evangelização do Oriente. Ainda em 1540, chegam a Portugal, o basco Francisco Xavier (depois São Francisco Xavier) e o português Simão Rodrigues. Este permaneceu no reino e aquele partiu para o Oriente em missão evangélica, chegando ao Ceilão e às Molucas em 1548, e à China em 1552. As missões iniciais no Japão tiveram como resultado a concessão aos jesuítas de um enclave feudal em Nagasaki, em 1580. No entanto, o receio em relação a crescente influência da ordem fez com que esse privilégio fosse abolido no ano de 1587.
Dois jesuítas missionários, Gruber e D'Orville, chegaram a Lassa, no Tibete, em 1661. Na China do século XVIII, os jesuítas estiveram envolvidos na chamada "questão dos ritos chineses".
Os jesuítas penetraram no Reino do Congo (1547), no Marrocos (1548) e na Etiópia (1555).
Simão Rodrigues, enquanto isso, criara a primeira casa em Portugal, em 1542, concretamente o Colégio de Santo Antão o Velho, em Lisboa, logo se seguindo outros - em Coimbra (1542), Évora (1551) e de novo Lisboa (1553). Em 1555, foi-lhes entregue o Colégio das Artes em Coimbra e, em 1559, a Universidade de Évora. Logo muitos poderosos passaram a querer jesuítas como confessores.
Na América do Sul
Desde 1549 chegara ao Brasil (Bahia) o primeiro grupo de seis missionários liderados por Manuel da Nóbrega, trazidos pelo governador-geral Tomé de Sousa.
Certamente a maior obra jesuítica em terras brasileira consistiu na fundação de São Paulo de Piratininga em torno do seu famoso colégio, ponto de origem da expansão territorial e da colonização do interior do país.
As missões jesuítas na América Latina foram controversas na Europa, especialmente na Espanha e em Portugal, onde eram vistas como interferência na acção dos reinos governantes. Os jesuítas opuseram-se várias vezes à escravidão indígena. Eles fundaram uma série de aldeamentos missionários - chamados missões ou misiones no sul do Brasil, ou ainda reducciones, no Paraguai - organizados de acordo com o ideal católico, que, mais tarde, acabaram sendo destruídos por espanhóis, e principalmente por portugueses, à cata de escravos.
Segundo o historiador Manuel Maurício de Almeida, desde o fim do século XVI houve expansão hispano-jesuítica a partir de Asunción (Assunção) no atual Paraguai, em três frentes pioneiras:
  1. - no Paraná, onde se fundou em 1554 Ontíveros, Ciudad Real del Guayrá, Vila Rica del Espiritu Santu e outras reduções na então República do Guairá.
  2. - rumo ao Mato Grosso do Sul. Fundada a vila de Santiago de Xerez, que seria o centro da Província de Nueva Vizcaya, havia missões que aldeavam os representantes das comunidades primitivas do Itatim. Projeto com apoio do Estado e da Igreja, para assegurar o controle do vale do rio Paraguai e articular as missões do Itatim com as de Mojos e Chiquitos, de modo a assegurar proteção ao altiplano mineiro na atual Bolívia.
  3. - em trechos do atual território do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, aldeias do Tape, Uruguai e Sierra.
As missões na América do Sul eram unidades de produção autossuficientes, com relação de produção do tipo feudal. Cada família cultivava em regime de posse individual e coletiva porções de terra. A retribuição era sempre representada por produtos, realizados coletivamente (tupambaé, "parte de Deus") ou nas terras de posse familiar (abambaé,"parte das pessoas"). O que era reservado à reprodução do sistema econômico, ou comércio, constituía tabambaé ou "parte da aldeia". Havia um cabido rudimentar, presidido por um corregedor indígena eleito pela comunidade. A ideologia religiosa era católica.
Com a ocupação dos portos negreiros na África, São Jorge da Mina, São Tomé e São Paulo de Luanda, pelos holandeses, o apresamento de índios se expandiu na segunda metade do século XVII para muito além das vizinhanças do planalto de Piratininga, força de trabalho escrava mais lucrativa - principalmente Guairá. Autoridades espanholas favoreceram mesmo, na vigência da União Ibérica, a destruição das missões.
Em 30 de julho de 1609, uma lei de Filipe III declarou livres todos os índios. Sob influência da Companhia de Jesus, a escravidão era proibida mas se mantinha sobre eles a jurisdição dos jesuítas. Houve reclamações tamanhas, por se ter desordenado a economia da colônia, principalmente do Rio de Janeiro e de São Paulo, que a Coroa retrocedeu, por lei de 10 de janeiro de 1611 ao regime anterior, os escravos sendo prisioneiros de guerra justa. Foi sempre a principal causa dos conflitos entre o povo e os jesuítas. A ficção legal era a do resgate, o troco de índios das tribos que os houvessem tomado em guerra para salvá-los da morte e convertê-los - um eufemismo. A ação dos jesuítas resultava em simples transferência da escravidão em favor da Companhia, que os tratava porém com grande humanidade.

Atuação no Brasil


Os jesuítas chegaram ao Brasil em 1549 e começaram sua catequese erguendo um colégio em Salvador da Bahia, fundando a Província Brasileira da Companhia de Jesus. Cinquenta anos mais tarde já tinham colégios pelo litoral, de Santa Catarina ao Ceará. Quando o marquês de Pombal os expulsou, em 1760, eram 670 por todo o país, distribuídos em aldeias, missões, colégios e conventos.

A Supressão da Companhia

As tendências anticristãs do século XVIII dirigiram contra a Congregação dos Jesuítas grandes combates, por julgá-la o mais forte baluante da Santa Sé. A par de algumas queixas políticas mais ou menos fundadas, a Companhia suscitava ódios em razão da bem sucedida luta contra os jansenistas; oposição ao galicanismo e a consequente adesão do Papa. Além disto, tinha posição destacada nas côrtes como professores, pregadores e confessores e um certo predomínio científico manifestado tanto nos colégios como nas publicações. [4]
Em Portugal o fraco rei D. José I, tinha por ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, que achando que os jesuítas eram obstáculos aos seus planos resolveu dar-lhes combate culpando-os da crise nos Sete Povos das Missões com os indígenas, mandou prender a todos no Brasil e os meteu em cárcere em Portugal sem que tivessem defesa [4] e de onde só puderam sair em 1777, com a ascensão de D. Maria I ao trono, dos 9.460 encarcerados só restram uns 800. [4] Em Portugal e nas Cortes Borbónicas, muitos Jesuítas foram presos ou mesmo condenados a suplícios, como é o caso do padre Gabriel Malagrida. Outros ingressaram no clero secular ou em outras ordens.
Na França, os jansenistas, galicanos e voltaireanos, já havia muito queriam exterminar a Companhia, para isto valeram do caso do Pe. La Valette. Este era procurador de uma casa de jesuítas na Martinica e deu-se a especulações comerciais contra todas as regras da ordem, pelo que dela foi expulso. [4] No entanto como devia pessoalmente grande soma atribuíram a dívida à Companhia que se negou a pagar. O assunto foi ao parlamento que deu a alternativa: ou a Ordem se reconhecia culpada das acusações ou os jesuítas seriam exilados. Apesar dos protestos do episcopado frances e do próprio Papa Luis XV também expulsou a Companhia da França em 1764. Foram promotores da expulsão o ministro absolutista Choiseul e madame Pompadour, cuja escandalosa presença na côrte francesa era repudiada pelo Pe. Perisseau, confessor do rei.[4]
Em Espanha, o ministro de Carlos III, Aranda intrigou os jesuítas com o rei acusando-os de defenderem a independência das colônias e de levantarem dúvida sobre a legitimidade do nascimento do rei. Carlos III mandou prender a todos os jesuítas em 1767 com a Pragmática Sanção. Por mais que o papa o rei nunca lhe apresentou as razões do decreto. [5]
Em Nápoles, o ministro Tanucci era mais forte que Fernando IV, depois de dois anos de perseguição os desterrou para os Estados Pontifícios, em Parma o marquês Tillot imperava tiranicamente, aos pedidos do papa respondeu com a expulsão dos jesuítas em 1768, no mesmo ano o grão-mestre dos cavalheiros de Malta os desterrou da ilha. Essas cortes juntaram-se na pressão sobre o Papado para suprimir a Companhia, ao que a tudo resistiu Clemente XIII. [6]
Sob o Papa Clemente XIV, seu sucessor, embora bem intencionado era indeciso e fraco, cedendo às pressões dos reis e principalmente da Espanha - através da bula Dominus ac Redemptor - obtida quase à força pelo embaixador espanhol Moniño, órgão central de quase todas as maquinações antijesuíticas, no período da supressão -[7] suprimiu oficialmente a Companhia em 21 de julho de 1773. O Superior Geral da Companhia, Lorenzo Ricci, juntamente com os seus assistentes, foi feito prisioneiro no Castelo de Sant'Angelo, em Roma, sem julgamento prévio, os demais foram obrigados a deixar a Ordem no que obedeceram.
Como Papa Clemente XIV deixou a critério dos soberanos a publicação da bula, a czarina Catarina, a Grande os conservou na Rússia e usou a ocasião para atrair para o seu país os membros da Companhia, gente de grande erudição, o mesmo se deu com Frederico da Prússia, na Silésia. Na altura da supressão haviam 5 assistências, 39 províncias, 669 colégios, 237 casas de formação, 335 residências missionárias, 273 missões e 22589 membros.

Restauração

Depois de suprimida pelo Papa Clemente XIV em Julho de 1773, a Companhia de Jesus manteve-se na Rússia. Nessa altura milhões de Católicos, incluindo numerosos Jesuítas, viviam nas províncias Polacas da Rússia. Aí a Companhia manteve intensa actividade religiosa, de ensino e de missionação.
Deste modo, o Papa Pio VI vem a autorizar formalmente a existência da Companhia de Jesus na Polónia e Rússia, o que leva os Jesuítas a elegerem Stanislaus Czerniewicz como seu superior em 1782. [7]. Em 1814, mudadas as côrtes européias pelas Guerras Napoleônicas Pio VII viu-se em condições de restaurar a Companhia, o que fez no dia 7 de agosto daquele ano em Roma, entregando a bula da restauração encíclica [[Sollicitudo omnium ecclesiarum]aos velhos padres ainda existentes e ali reunidos. O Superior Geral Thaddeus Brzozowski, que havia sido eleito em 1805, adquiriu então jurisdição universal. A Companhia de Jesus foi derrubada e levantou-se.[7]
Durante o século XIX e XX a Companhia de Jesus voltou a crescer enormemente até os anos 50 do século XX, quando atingiu o pico. Desde aí, seguindo a quebra de vocações na Igreja Católica, o número de Jesuítas também tem vindo a decrescer.

Os Jesuítas hoje

Hoje em dia os Jesuítas formam a maior ordem religiosa da Igreja Católica. Conta com 19.216 membros espalhados por 112 países e 6 continentes. A Companhia caracteriza-se pela sua forte ligação ao ensino, com numerosos estabelecimentos de ensino, incluindo ensino superior.
Em Fevereiro de 2009 existiam em Portugal 161 Jesuítas, entre os quais 100 padres[8].
Sob a direcção do Superior Geral Pedro Arrupe, a Companhia de Jesus privilegiou a defesa dos direitos humanos o que levou alguns dos seus membros a serem rotulados como subversivos e perseguidos. Tal foi o caso de 6 Jesuítas mortos pelo exército Salvadorenho a 16 de Novembro de 1989 no campus universitário da Universidade da América Central, em San Salvador.
A 19 de Janeiro de 2008, Adolfo Nicolás foi eleito para suceder a Peter Hans Kolvenbach como 30.º Superior Geral da Companhia de Jesus, o que foi logo reconhecido pelo Papa Bento XVI.

Jesuítas e o Holocausto
Nove padres jesuítas foram formalmente reconhecidos como heróis do Holocausto pelo Yad Vashem, a autoridade israelita em favor da memória dos Mártires e Heróis do Holocausto, por levarem a cabo todos os esforços possíveis para salvar e dar asilo a judeus durante a Segunda Grande Guerra Mundial.[9]

Jesuítas célebres
Os jesuítas estão presentes, desde a primeira hora, nos novos mundos que se abrem à actividade missionária da época. São Francisco Xavier percorre a Índia, Indonésia, Japão e chega às portas da China; João Nunes Barreto e Andrés de Oviedo empreendem a fracassada missão da Etiópia; Padre Manuel da Nóbrega, o Beato José de Anchieta e muitos outros ajudaram a fundar as primeiras cidades do Brasil: Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, com exceção de São Vicente, Cananeia e Itanhaém que lhes são anteriores. Outros houve ainda de enorme importância na evangelização da China, como é o caso do bem-aventurado Matteo Ricci.

Outras considerações
Acima das inevitáveis ambiguidades, as missões dos jesuítas impressionam pelo espírito de inculturação (adaptação à cultura do povo a quem se dirigem). As Reduções do Paraguai e a adoção dos ritos malabares e chineses são os exemplos mais significativos.
A actividade educativa tornou-se logo a principal tarefa dos jesuítas. A gratuidade do ensino da antiga Companhia favoreceu a expansão dos seus Colégios. Em 1556, à morte de Santo Inácio, eram já 46. No final do século XVI, o número de colégios elevou-se a 372. A experiência pedagógica dos jesuítas sintetizou-se num conjunto de normas e estratégias, chamado a "Ratio Studiorum" (Ordem dos Estudos), que visa à formação integral do homem cristão, de acordo com a fé e a cultura daquele tempo.
Os primeiros jesuítas participaram activamente da Reforma Católica e do esforço de renovação teológica da Igreja Católica. No Concílio de Trento, destacaram-se dois companheiros de Santo Inácio (Laínez e Salmerón). Desejando levar a fé a todos os campos do saber, os jesuítas dedicaram-se às mais diversas ciências e artes: Matemática, Física, Astronomia. Entre os nomes de crateras da Lua há mais de 30 nomes de jesuítas. No campo do Direito, Suarez e seus discípulos desenvolveram a doutrina da origem popular do poder. Na Arquitetura, destacaram-se muitos irmãos jesuítas, combinando o estilo barroco da época com um estilo mais funcional.

Cardeais jesuítas
  • Julius Riyadi Darmaatmadja
  • Jorge Mario Bergoglio
  • Ján Chryzostom Korec
  • Carlo Maria Martini
  • Paul Shan Kuo-hsi
  • Roberto Tucci
  • Albert Vanhoye

Bispos jesuítas
  • Ferdinand Verbiest, jesuíta e matemático belga
  • Luciano Mendes de Almeida
Referências
  1. Companhia de Jesus - Infopédia. www.infopedia.pt. Página visitada em 2011-01-23.
  2. a b c d CÂMARA, Jaime de Barros. Apontamentos de História Eclesiástica'. Editora Vozes, Petrópolis: 1957, p.267.
  3. a b c d CÂMARA, Jaime de Barros. Apontamentos de História Eclesiástica'. Editora Vozes, Petrópolis: 1957, p.268 - 269.
  4. a b c d e CÂMARA, Jaime de Barros. Apontamentos de História Eclesiástica'. Editora Vozes, Petrópolis: 1957, p.275 - 278.
  5. CÂMARA, Jaime de Barros. Op. cit. p. 277.
  6. CÂMARA, Jaime de Barros. Op. cit. p. 277.
  7. a b c CÂMARA, Jaime de Barros. Op. cit. p. 278.
  8. Jesuítas contrariam crise de vocações na Igreja. Página visitada em 12 de Fevereiro de 2010.
  9. Hiatt Holocaust Collection

Bibliografia
  • CÂMARA, Jaime de Barros. Apontamentos de História Eclesiástica'. Editora Vozes, Petrópolis: 1957.
  • TEIXEIRA ( Drº. António José ) - DOCUMENTOS / PARA A / HISTORIA DOS JESUITAS / EM PORTUGAL / COLLIGIDOS PELO LENTE DE MATHEMATICA / … / COIMBRA / IMPRENSA DA UNIVERSIDADE / 1899. O autor nasceu em Coimbra a 25 de Junho de 1830, vindo a morrer no Luso a 19 de Agosto de 1900. Neste trabalho estão compilados documentos sobre acção da Companhia à frente da Universidade de Coimbra.
  • "Global capitalism, liberation theology, and the social sciences: An analysis of the contradictions of modernity at the turn of the millennium" Editors: Müller, Andreas, Tausch, Arno; Zulehner, Paul Michael and Wickens, Henry. Nova Science Publishers (Commack, N.Y.), 1999,(ISBN 1-56072-679-2), especialmente: Ch. 2 Judaism, Christianity and Islam: An Introductory Approach to their Real or Supposed Specificities by a Non-Theologian (Samir Amin) 29; Ch. 3 Economics and Theology, Reflections on the Market, Globalization and the Kingdom of God (Jung Mo Sung) 47; Ch. 4 Saint Francis and Capitalist Modernity. A View from the South (Alberto da Silva Moreira) 61; Ch. 5 Feminism in the Country of Liberation Theology: Peru (Krystyna Tausch) 79; Ch. 6 Ethical, Biblical and Theological Aspects of Foreign Debt (Andreas Müller) 91; Ch. 7 Raul Prebisch's Contribution to a Humane World (Steffen Flechsig) 103; Ch. 9 Development in the Light of Recent Debates about Development Theory (S. Mansoob Murshed) 153; Ch. 11 Towards a Theology of the Democratization of Europe (Severin Renoldner) 187; Ch. 12 The Race to the Bottom (Robert J. Ross) 199 ; and Ch. 13 New Departures. On the Social Positioning of the Christian Churches Before and After Communism in Central and Eastern Europe (Paul M. Zulehner) 215
  • LEITE, Pe. Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. 10 vols.: Lisboa/Rio de Janeiro, Livraria Portugália/Civilização Brasileira, 1938-1950.

 Texto extraído de: http://pt.wikipedia.org